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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto de Lei pode baratear jogos eletrônicos

Um projeto de lei que está sendo analisado pela Câmara dos Deputados pode deixar os games com preços mais acessíveis nas lojas do Brasil. A proposta, de autoria do deputado Antônio Carlos Mendes Thame, é estender os benefícios fiscais da Lei da Informática ao setor de jogos eletrônicos.
O valor dos produtos iria cair com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Empresas de microcomputadores portáteis, gabinetes, fontes e outros produtos tecnológicos já possuem o benefício. De acordo com o deputado, a ideia iria incentivar a instalação de empresas de jogos no Brasil e diminuir o contrabando.
A Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames) já se manifestou favorável à lei. A instituição defende que o mercado possui um potencial muito grande e que precisa ser explorado.

domingo, 5 de junho de 2011

Facebook confirma contratação de agência para atingir o Google

O Facebook confirmou na quinta-feira, 12, que recorreu aos serviços da agência de relações públicas Burson-Marsteller para contratar jornalistas e blogueiros a fim de que escrevessem artigos contra a política de privacidade do Google. A agência também confirmou que foi contratada pela rede social. 

Em comunicado, o Facebook, no entanto, nega que a intenção era fazer uma campanha de difamação contra a gigante de buscas na web. Segundo o site de relacionamentos, as informações deveriam ser divulgadas de forma "séria e transparente". "Nenhuma campanha de difamação foi autorizada ou planejada. Nós queríamos que um terceiro verificasse que as pessoas não aprovam a coleta e o uso de informações de suas contas. Nós contratamos a Burson-Marsteller para dar atenção a esse problema, usando informações disponíveis publicamente e que poderiam ser verificadas com independência por qualquer organização da mídia ou analista. Os problemas de privacidade são sérios e devem ser mostrados de uma forma séria e transparente", disse o Facebook no comunicado. 

A Burson-Marsteller afirmou que foi contratada pelo Facebook para trazer ao público informações de domínio público que poderiam ser independentes e facilmente replicadas por todos os meios. A companhia admite, entretanto, que "tal procedimento contraria as políticas da empresa e, por esse motivo, deveria ter sido recusado".

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Hackers afirmam ter roubado 1 milhão de contas da Sony Pictures

O grupo LulzSec teria acessado as informações com um simples comando; segundo eles, a empresa armazenava senhas sem criptografia.
Após o episódio da Playstation Network, a Sony foi alvo de hackers mais uma vez. Agora, o grupo hacker Lulzsec afirmou ter invadido sites da Sony Pictures e acessado informações pessoais - que não estavam criptografadas - de mais de um milhão de pessoas.
Em um comunicado divulgado na quinta-feira (2/6), o grupo também disse que obteve todos os detalhes dos administradores, incluindo senhas, 75 mil códigos de músicas e 3,5 milhões de cupons de música das redes e sites da Sony.
Depois, o grupo publicou na Internet uma lista completa dos sites comprometidos, incluindo links para documentos com amostras do que seria o material roubado da Sony.
"O SonyPictures.com foi detonado por uma simples injeção de SQL, uma das vulnerabilidades mais primitivas e comuns, como todos deveríamos saber hoje", afirmou o LulzSec. "A partir de um simples código, acessamos TUDO."
"O pior é que cada pedaço dos dados que roubamos não estava criptografia", continua o grupo. "A Sony arrmazenou mais de 1.000.000 senhas de usuários em texto plano, o que significa que foi só roubar."
Em um breve comentário enviado via e-mail, o vice-presidente executivo de comunicações globais da Sony Pictures Entertainment, Jim Kennedy, afirmou apenas que a companhia está verificando as alegações do LulzSec.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ASUS anuncia smartphone que vira tablet

Aparelho visa combinar as forças de ambos os formatos sem duplicar completamente o hardware.

TAIPEI (05/30/2011) - A taiwanesa Asustek Computer (Asus) demonstrou na Computex 2011 um aparelho que combina um smartphone e um tablet, e que visa unir as forças de ambos os formatos sem duplicar completamente o hardware.
O “Padfone”, como foi batizado, é composto por duas partes: um smartphone e um tablet “burro”. Sozinho, o smartphone funciona como tantos outros já no mercado, mas pode ser inserido em uma “dock” na traseira do tablet. O usuário pode então acessar todos os recursos do smartphone através da tela grande do tablet. O tablet também inclui uma bateria integrada que o alimenta e pode recarregar a bateria do smartphone.
Ao apresentar o aparelho na feira de tecnologia Computex em Taipei, Taiwan, nesta segunda-feira Jonney Shih, Chariman da Asustek, disse que sua empresa está tentando produzir um único aparelho que pode ser usado de diversas formas. Para mensagens rápidas e chamadas o smartphone pode ser usado, enquando filmes e navegação na web poderiam ser feitos no tablet com o smartphone conectado a ele.
A Asus não forneceu nenhuma informação sobre especificações técnicas, preço ou data de lançamento do aparelho.
Além do Padfone, a Asus também lançou um tablet com tela 3D de 7 polegadas que não requer o uso de óculos. O Eee Pad MeMO 3D vem acompanhado por um handset Bluetooth que pode ser usado para fazer e atender chamadas. Preço e data de lançamento não foram anunciados.
A Asus é mais conhecida como a empresa que criou a categoria do que hoje conhecemos como netbooks. O primeiro Eee PC foi anunciado na Computex de 2007 e a empresa continua a anunciar novos modelos, apesar da atual tendência rumo aos tablet PCs.
O mais recente Eee PC, batizado de X101, inova em termos de preço e de sistema operacional. Ele é baseado no Meego, uma plataforma desenvolvida em conjunto pela Nokia e pela Intel, e tem uma tela de 10.1 polegadas, um processador Intel Atom N435 e custará US$ 199. Uma outra versão, um pouco mais cara e capaz de rodar tanto o Meego quanto o Windows, também estará disponível.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Samsung vai à Justiça para ver novos iPads e iPhones antes do lançamento

Empresa alega que pedido pretende evitar choques de propriedade intelectual com a Apple


A Samsung entrou com um pedido na Justiça na Coreia do Sul para ter acesso às próximas gerações de iPhone e iPad antes de os produtos chegarem ao mercado. Segundo a empresa, a antecipação é necessária para que não haja semelhanças entre os smartphones e tablets da Apple com os produtos da Samsung, programados para entrar no mercado em setembro, 



Além da Coréia, a empresa repetiu a ação nos tribunais de Tóquio (Japão) e Manheim (Alemanha), alegando violações adicionais de propriedade intelectual.
Segundo o This my next, os advogados da Samsung querem saber se as semelhanças entre os produtos podem ser podem causar choques de patentes e assim impedir os produtos da Apple de chegarem ao mercado na mesma época dos lançamentos da Samsung.
A ação da Samsung chega uma semana depois da Apple pedir na justiça que a empresa concedesse amostras do Galaxy S e Galaxy Tab 10.1 para análise de quebra de patente. A justiça ordenou que a empresa coreana enviasse cópias dos dispositivos a advogados da Apple.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Para Nova York, web deve ser um espaço público




Um site governamental deve ser tão acessível e importante quanto uma praça pública ou uma biblioteca municipal. Ambos devem ser tratados como espaços públicos. Essa é uma das principais diretrizes doRoad Map for the Digital City, projeto governamental para transformar Nova York na “melhor cidade digital” dos EUA.
Ou seja, daqui para frente, para o governo de Nova York, o nyc.gov deve produzir tanto valor para os cidadãos quanto o Central Park.
O projeto de “digitalização” foi anunciado nesta semana por Michael Bloomberg, prefeito da cidade, conhecido por construir sua carreira empresarial em torno das tecnologias da informação, ao montar os terminais de notícias que levam o seu nome.
O Road Map for the Digital City tem 65 páginas e posiciona a internet em seu papel de origem – ser uma ferramenta governamental.
Entre as diretrizes, está a parceria com startups locais. O Foursquare e o Tumblr, por exemplo, se tornarão ferramentas oficiais de governo. O primeiro será usado para incentivar as pessoas a visitarem locais públicos de Nova York (você ganha um badge personalizado ao fazer check-in em determinados lugares). O segundo será utilizado como plataforma para alguns sites governamentais.
A realização de um “hack day” oficial da cidade também está entre os planos. Durante um final de semana, desenvolvedores locais serão desafiados a criar novas funcionalidades para o site da prefeitura, que passará por uma reformulação.
Por enquanto, não existe previsão de aumentar o número de dados públicos disponíveis, mesmo assim, a política de APIs abertas fornecendo acesso a informações públicas terá continuidade (desde 2010, a cidade realiza uma competição para o desenvolvimento de aplicativos em torno de dados públicos).
É lógico que entre a teoria e a prática há uma distância grande. A previsão é que, em 3 meses, todo o projeto seja colocado em prática. O Road Map for the Digital City está disponível na web.
Pelo visto, em blogs e fóruns de tecnologia, o plano foi bem recebido. A prefeitura de Nova York vem conquistando credibilidade junto às comunidades de TI e de opengov, principalmente depois da contratação de Rachel Sterne, criadora do site de jornalismo comunitário Ground Report, como “chief digital officer” de Nova York; e de Michael Bloomberg ter assumido melhor todo o seu histórico ligado à indústria de tecnologia da informação.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Google aposta na música com novo serviço de Internet


Nova aposta da tecnológica, o Music Beta, permite ouvir e armazenar música ‘online’ e ouvi-la através da plataforma Android.
Já imaginou ter ao alcance de um clique e em qualquer dispositivo todas as músicas que quiser? É esta a proposta da Google, que lançou esta semana um novo serviço de armazenamento de música ‘online'. Com o Music Beta as músicas são armazenadas num servidor da Microsoft, que depois podem ser ouvidas num ‘tablet' ou ‘smartphone' com sistema operativo Android.
A vantagem é que a biblioteca musical do utilizador não está restrita a um só aparelho. A Google criou uma aplicação que permite descarregar os ficheiros que o utilizador já tenha para o servidor, com a gestão da biblioteca e da ‘playlist' a ser feita directamente na Internet.
Além da loja de música a gigante tecnológica anunciou ainda um serviço semelhante mas para filmes. Estes são descarregados no computador através da Internet (ou para o ‘tablet' Xoom, da Motorola - a Google prometeu o serviço noutros dispositivos muito em breve). Os preços mais baixos para ‘download' de filmes rondam os 1,5 euros (1,99 dólares).
Apesar da aposta da Google neste serviço de música - para já, apenas disponível nos Estados Unidos e em versão de testes -, a experiência recente da Amazon mostra que o lançamento poderá não ter o sucesso esperado. A Amazon anunciou um serviço semelhante há cerca alguns meses, o ‘Cloud Player'. Contudo, as editoras discográficas mostraram-se desagradadas, já que não foram renegociadas as licenças e os direitos sobre as músicas.
Aliás, Jamie Rosenberg, o responsável pelo conteúdo musical do Android disse mesmo, citado pelo "New York Times", que "algumas das grandes editoras discográficas não colaboraram muito" e "solicitaram uma lista de termos de negócio que eram insensatas e que não permitiria construir um produto sustentável". Ou seja, a Google não vai "depender de alianças que se provaram frágeis", concluiu o responsável.
O novo serviço da Google não se assume como um concorrente directo do iTunes da Apple, já que nesta os ficheiros têm de ser descarregados directamente para o computador. E a principal diferença relativamente à Amazon é que esta já tem uma loja de música online e as faixas que são compradas ficam automaticamente armazenadas na ‘cloud' da empresa. Ou seja, os utilizadores não terão de descarregar a música comprada para o servidor, ao contrário do que acontece com o Music Beta. E, mesmo com ligação em banda larga, o processo pode ser demorado, segundo avançam os ‘sites' de tecnologia.

domingo, 15 de maio de 2011

Último refúgio dos neandertais teria sido na Rússia

Conjunto de ferramentas de 33.000 anos reacende debate sobre data da extinção do parente mais próximo do homem moderno


Há décadas pesquisadores se perguntam por quanto tempo os Neandertais, os parentes mais próximos do homem moderno, coexistiram com ele antes de sumirem da face da Terra há cerca de 40.000 anos. 

Um artigo publicado no periódico científico Science nesta quinta-feira /12) reacende o debate de quando realmente a extinção ocorreu e por que.

Um grupo liderado por Ludovic Slimak, do Centro Nacional para Pesquisa Científica em Toulouse, na França, descobriu um conjunto de ferramentas nas Montanhas Urais, no extremo norte da Rússia com cerca de 33.000 anos feitas no estilo usado por hominídeos mais primitivos que o Homo sapiens, como os Neandertais. “A descoberta foi muito surpreendente. O sítio arqueológico de Byzovaya revela traços claros da cultura Mousteriana [associadas aos Neandertais] 7.000 a 8.000 anos após ela ter desaparecido do resto do planeta. Além disso, o sítio está perto do Ártico bem mais ao norte do que qualquer outra cultura Mousteriana já encontrada, cruzando os limites geográficos conhecidos em mais de 1.000 quilômetros”, afirmou Slimak ao iG. E completou: “Essas descobertas desafiam o que acreditávamos sobre esta cultura e tem um impacto direto e profundo no nosso entendimento sobre a extinção de suas sociedades.”

O sítio arqueológico de Byzovaya não contém ossos, apenas ferramentas, o que coloca duas hipóteses na mesa: a primeira de que os Neandertais duraram mais do que o anteriormente imaginado e a segunda de que o Homo sapiens preservou as tecnologias mais antigas muito tempo depois que novas ferramentas já haviam surgido. “A descoberta é tão surpreendente que é melhor manter a mente aberta para qualquer uma delas”, afirmou Slimak.

Um ponto, no entanto, é certo. “Esta é mais uma descoberta interessante que mostra o mosaico de processos envolvidos na dispersão humana no Pleistoceno [entre 1,8 milhão e 11 mil anos atrás]. Por tempo demais tivemos um modelo simplista da substituição humana e de uma transição linear no Paleolítico Médio e Superior [entre 300 mil e 10 mil anos atrás].”, explicou ao iG Clive Finlaynson, biólogo e líder das escavações de Neandertais no território de Gibraltar, no extremo sul da Península Ibérica, e que não esteve envolvido com o estudo da Science. 
A falta de ossos de hominídeos faz com que qualquer conclusão definitiva não seja aceita pelos especialistas, mas Finlaynson tem um ponto de vista bastante objetivo. “Estou confiante de que estes [objetos] mousterianos (na falta de fortes evidências em contrário) não foram feitos por humanos modernos. Isto deixa os neandertais, denisovanos, ou outros personagens desconhecidos como seus fazedores.”, afirmou ele.

Para complicar ainda mais o cenário no início desta semana o periódico científico PNAS publicou um outro estudo que afirma que os Neandertais foram extintos quase instantaneamente ao entrarem em contato com os humanos no Leste Europeu há 44 mil anos. Os pesquisadores não sabem explicar o motivo, mas uma das hipóteses é que humanos modernos eram intelectualmente e tecnologicamente superiores aos Neandertais. 

Colonizar, porém, um local como o extremo norte da Rússia, como descrito no artigo da Science, não é uma tarefa simples. Ela exige uma organização social e habilidades técnicas que permitam sobreviver em um dos ambientes mais inóspitos do planeta. “A descoberta claramente desafia as teorias relacionadas aos neandertais, de que eles se extinguiram devido à inferioridade tecnológica ou inabilidade de lidar com questões ambientais ou climáticas”, afirmou Slimak.

E se alguém achar ainda que a história da evolução dos hominídeos não está tão complicada assim,em 2010 foi descoberto na caverna de Denisova, na Sibéria, um osso (a ponta de um dedo) e um dente quebrado de um homem diferente. Batizado de denisovano pelos pesquisadores, ele viveu há 40 mil anos e evoluiu de forma independente dos humanos modernos durante milhares de anos antes de sumir da face da Terra. Antes disso, no entanto, cruzou com o homem moderno e 5% do DNA dos habitantes da Papua Nova-Guiné é denisovano. “O cenário existente naquela época era muito complexo. O mundo do Pleistoceno não era feito apenas de neandertais e humanos”, afirmou Finlaynson. 

Em 2010, também foi decifrado o genoma do Neandertal e constatou-se que ele e os humanos modernos tiveram descendentes. Consequentemente parte da população do planeta, neste caso europeus e asiáticos, carregam até 4% de DNA do primo humano mais próximos em seus corpos. 

O quebra-cabeças está longe de ser resolvido.

sábado, 14 de maio de 2011

Após horas de falha, Blogger volta a funcionar

O Blogger, serviço de blogs do Google, voltou a funcionar na tarde desta sexta-feira. O serviço ficou fora do ar durante algumas horas após um problema durante a manutenção dos servidores. Os conteúdos removidos dos blogs que usam o serviço estão sendo restaurados.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Microsoft admite pagar "bilhões de dólares" à Nokia por acordo do WP7 - Mercado - IDG Now!

Microsoft admite pagar "bilhões de dólares" à Nokia por acordo do WP7 - Mercado - IDG Now!
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/04/21/microsoft-admite-pagar-bilhoes-de-dolares-a-nokia-por-acordo-do-wp7/

Empresas irão cooperar também na área de serviços móveis; smartphones Nokia WP7 sõ devem chegar em 2012, diz comunicado.

A Nokia e a Microsoft anunciaram nesta quinta (21) detalhes do acordo que permitirá à fabricante finlandesa a produção de aparelhos com o sistema operacional Windows Phone 7.
Além de explicitar os termos da parceria, incluindo as contribuições para o desenvolvimento de um chamado "novo ecossistema", as empresas também anunciaram progresso na criação dos primeiros telefones Nokia com WP7.
"No mais alto nível, entramos em uma parceria em que todos ganham”, diz Stephen Elop, presidente e CEO da Nokia. "A natureza complementar de nossos recursos e a natureza competitiva dessa combinação são as fortalezas de nossa relação”, diz comunicado.
"Nosso acordo é bom para a indústria”, afirma Steve Ballmer, CEO da Microsoft.
O relacionamento é composto por quatro grandes áreas:
1. A combinação de características complementares. Segundo as empresas, isso envolve a entrega da Nokia de soluções de mapas, navegação e certos serviços LBS (baseados em localização) para o ecossistema do Windows Phone. A Nokia também irá contribuir com sua experiência em áreas como imagem, design de hardware e suporte a idiomas, além de auxiliar no desenvolvimento da plataforma WP.
Já a Microsoft irá fornecer os serviços de busca do Bing em todos os produtos da Nokia, assim como colaborar na produtividade, publicidade, jogos, mídias sociais e outros serviços. A combinação de navegação com publicidade e busca irá "habilitar uma melhor monetização da funcionalidade de navegação da Nokia e criar formas completamente novas de faturamento por publicidade", explica o texto.
O desenvolvimento e fornecimento de ferramentas para a criação de aplicativos locais e globais, incluindo a entrada gratuita de todos os desenvolvedores Nokia no sistema de desenvolvimento do Windows Phone.
Abertura de uma nova loja de aplicativos da Nokia global, que alavanque a estrutura do Windows Marketplace. Os desenvolvedores poderão publicar e distribuir seus conteúdos por meio de um portal de desenvolvimento unificado, para os usuários de Windows Phone, Symbian e S40.
Contribuição da Nokia, na cobrança via operadoras, para que os desenvolvedores tenham acesso aos acordos de cobrança da fabricante com 112 operadoras em 36 mercados.
2. A Microsoft irá receber royalties da Nokia quando os primeiros smartphones chegarem ao mercado. "Os pagamentos são competitivos e refletem o grande volume de produtos que a Nokia pretende despachar", afirma o texto.
3. Por outro lado, o comunicado diz que, "em reconhecimento à natureza única do acordo da Nokia com a Microsoft e das contribuições que a Nokia está oferecendo, a Nokia irá receber pagamentos mensurados em bilhões de dólares" - os valores exatos não são mencionados.
4. Um acordo que reconhece o valor da propriedade intelectual e coloca em questão mecanismos para troca de direitos. "A Nokia irá receber pagamentos substanciais com o isso", diz o texto.
Com o acordo definitivo, as companhias começarão o trabalho com operadoras, desenvolvedores e outros parceiros. A previsão é de que os smartphones Nokia WP7 cheguem ao mercado somente em 2012, diz o comunicado.

domingo, 1 de maio de 2011

Aborto? Sou Pró-Vida!


¹ Felipe Hort

Maria Clara é uma filha brilhante. Já aos dois anos de idade, a menina falava muito e corria por toda casa. Orgulhosa, a mãe de Clara chorava encantada com o recital de poesias do Dia das Mães logo no primeiro ano da escola.
Clarinha crescia e impressionava a todos com sua formosura, inteligência e vontade de viver. Aos dezessete anos é aprovada no vestibular de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina. Tempos depois, Maria Clara se forma e logo passa num concurso para delegada.
Quem diria que por pouco, Maria não teria chances de dar tanta felicidade a sua família e colaborar com a sociedade na luta contra o crime. É que sua mãe pensou em interromper a gravidez de Maria Clara com um aborto. Nossa sorte que isso não aconteceu, não é mesmo!
Quantas histórias parecidas como essa, hipoteticamente apresentada, deixam de acontecer devido a uma decisão imatura e egoísta.
Os dados sobre aborto no mundo são alarmantes, revela uma pesquisa elaborada em 2005. Estima-se que 46 milhões de gravidezes acabam em abortamento no mundo. A América Latina e Caribe contribuem significamente com 4 milhões de aborto.
Segundo um documento sobre a saúde da mulher, publicado pelo Ministério da Saúde, em 2004, 31% das gestações no Brasil terminam em aborto.
No entanto, milhares de outras situações abortivas ocorrem e, sequer entram para os índices. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que 1600 abortos legais foram realizados no Brasil em 2004.
Todo aborto, seja ele clandestino ou não deixam seqüelas, quer físicas quanto psíquicas.
Pesquisa realizada pelo SUS ainda aponta que cerca de 3% de todas as mortes de gestantes são oriundas de aborto. Esse número pode aumentar, pois 20% das mortes pós-parto decorrem de hemorragia e infecções.
Que o aborto causa sofrimento a gestante é notável, mas e ao feto, causa ou não?
Este questionamento foi respondido positivamente em 2008 num livro de um especialista italiano.
“Eles não são estranhos à dor”, revela a obra. Os textos que compõem o livro provêm de muitos estudiosos da área da saúde.
Através de uma ultra-sonografia, os médicos avaliaram mais detalhes sobre o feto, que reage a certos estímulos.
O útero é um ambiente protegido, mas não isolado. O tato é o primeiro sentido que o feto desenvolve. Na décima semana o nascituro leva as mão à cabeça, abre e fecha a boca. Especialistas afirmam que os pequeninos também ouvem sons, inclusive a voz da mãe.
Um outro artigo divulgado nos Estados Unidos comparou as cirurgias em bebês que nasceram prematuramente. Detalhe: anteriormente 35% dos recém-nascidos morriam ao serem operados, pois não recebiam anestesia.
Hoje ao fazer o tal procedimento anestésico, a taxa de mortalidade caiu para 10%. Isto prova que o prematuro (que tem menos de nove meses) e consequentemente os demais fetos ainda no ventre sentem dor, imagina então nos procedimento abortivos? Desumano! Covardia!
O filme “O Desafia da Lei” leva-nos a refletir sobre o tema central: aborto.
Afinal o que deve prevalecer, o direito à vida do feto ou a liberdade de escolha da gestante.
Nos Estados Unidos onde cada Estado pode legislar sobre aborto. Alabama tornou ilegal praticar aborto. Assim Virginia Mapes é condenada por homicídio em primeira instância.
O advogado da gestante recorre da decisão ao “STF dos States” e a partir daí o país dividiu-se em Pró-Vida e Pró-Escolha.
Composto por nove ministros, a Suprema Corte americana estava divida também, e coube a Joseph Kitland dar seu “voto de minerva” no tribunal.
Optando pela reversão. Na tese do ministro, muitas crianças indesejadas que não foram abortadas acabam indo para adoção e sendo muitas vezes abandonadas pela falta de famílias que desejam adotar.
Mas será, que aqui no Brasil, convivemos com essa mesma realidade na área da adoção? Será que a forma mais eficaz para acabar com o abandono de menores é legalizar o aborto?
A adoção é um ato jurídico entre duas pessoas, mas, além disso, é um ato de amor. Existem então, dois jeitos de expressar esse amor.
Um, a adoção de um maior de 18 anos, prevista no Código Civil, dentro do direito de família. É uma adoção contratual.
Outra, a adoção de menores de 18 anos, que segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente esclarece que adotar tem o objetivo de proteção da criança.
A Constituição Federal equipara o filho adotivo ao de sangue, nos mesmos direitos de sucessão.
No Brasil, segundo a versão on-line da Gazeta do Povo (4/12/09), existem 25 600 interessados em adotar, média de 6 por criança cadastrada.
O problema ainda é a lentidão da justiça, pois, apenas 5% das crianças são cadastradas. Outro obstáculo é driblar o racismo. Casais que não podem ter filhos são de maioria branca que preferem adotar crianças brancas, parecidas caracteristicamente com a família.
Está por vir a nova lei da adoção que tentará acabar com esse receio de adotar.
Com os problemas da adoção resolvidos, por que abortar? Pois, o direito à vida, conforme o que nossa Constituição é asseguro e antecede a todos os outros e não pode ser minimizado por um direito subjetivo de uma gestante que deseja abortar.
Vale a pena lembrar ainda que, o Brasil assinou o Pacto de São José da Costa Rica que possui força de emenda constitucional.
Segundo esse tratado internacional, é assegurado o direito à vida desde a concepção.
Também o art. 2º do Código Civil dispõe que a lei ressalve o direito do nascituro desde sua concepção.
Se você ainda não se convenceu para ser Pró-Vida, aí vai mais uma argumento: Só Deus tem o direito de dar e tirar a vida de alguém, essa missão só diz a Ele e a mais ninguém!

1 Acadêmico do Curso de Direito Unifebe - Centro Unviversitário de Brusque

quarta-feira, 20 de abril de 2011

E agora? iPhone guarda arquivo com a localização do usuário, diz jornal - Geral - Piauí - 180graus

E agora? iPhone guarda arquivo com a localização do usuário, diz jornal - Geral - Piauí - 180graus



Pesquisadores de segurança consultados pelo jornal "Guardian" revelaram que o iPhone guarda informações das localizações geográficas de seus usuários. Os dados são salvos em um arquivo secreto, que é copiado ao computador do usuário quando os dispositivos são sincronizados, de acordo com o jornal.
Os pesquisadores afirmam que o arquivo traz coordenadas de latitude e longitude e que, se o computador ou o celular caírem em mãos de criminosos, podem ser descobertas tais informações.
Estima-se que a gravação das informações começou na atualização do sistema da Apple feita em junho de 2010. A Apple não quis comentar o alerta, segundo o "Guardian".

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Furto ou Roubo? Qual a diferença?

É muito provável que você já parou para se perguntar qual é a "bendita diferença" entre esses dois crimes...


Caso nunca tenha pensado sobre o assunto continue lendo mesmo assim.
Furto e Roubo são crimes tipificados no Código Penal no rol dos Crimes contra o Patrimônio


O furto, segundo o nosso Código Penal no art. 155 é : "subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel", enquanto o roubo é definido no art.157  como "subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência:" 

No crime de furto não há emprego de violência, enquanto no roubo há emprego da violência ou grave ameaça.
Assim, por exemplo, se alguém subtrai  de uma loja pacificamente uma jóia, há furto, mas se este mesmo criminoso ingressa na joalheria e aponta uma arma para a funcionária e a obriga a entregar as jóias, há roubo.

domingo, 3 de abril de 2011

Cientista prevê uso de scanner cerebral como prova


A edição americana da revista Scientific American de abril de 2011 traz um importante artigo assinado pelo renomado neurocientista Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia, sobre o uso de scanners cerebrais como provas e evidências em julgamentos.
Gazzaniga é uma das maiores autoridades mundiais em neurociência aplicada ao estudo da cognição. De acordo com o texto publicado na edição mais recente da Scientific American, raríssimos tribunais, nos EUA, recorrem a scanners do cérebro humano como evidência legal e prova científica durante julgamentos. Contudo, o especialista avalia que é uma questão de tempo até que as cortes estejam prontas para lidar com a nova realidade.
De acordo com Gazzaniga, os avanços na neurociência irão produzir métodos capazes de fornecer perfis acurados do estado mental de réus e da credibilidade de testemunhas. Conforme avança o entendimento sobre as causas neurológicas de comportamentos tidos como antissociais, ilegais e violentos, será inevitável que a Justiça se volte para a ciência, especula Gazzaniga.
Contudo, o próprio autor do artigo alerta que o poder judiciário deve proceder com cautela ao adotar técnicas de avaliação vindas da ciência. Outra área que em breve deve enfrentar severas reformulações por conta de avanços científicos é o campo penal, mais especificamente como encaramos o regime de punição e tratamos criminosos depois de prendê-los.
No artigo, o cientista reconhece a resistência da Justiça americana em usar imagens do cérebro obtidas por ressonância magnética como evidência. Até o momento, esse tipo de material é considerado pouco útil em tribunais, uma vez que oferecem informações cuja complexidade é de pouco ou nenhum valor probatório frente ao júri ou a um juiz.
A idéia de que imagens do cérebro e de que a opinião de especialistas podem fornecer provas insuspeitas sobre sanidade, atestar se o réu esconde algo ou a testemunha é confiável ainda é vista com desconfiança pela "inteligentsia" jurídica americana, avalia o autor do artigo.
O professor da Universidade da Califórnia ainda questiona se avanços na área da neurologia e psicologia logo “irão erodir” noções fundamentais para o Direito e a Justiça como os conceitos de livre-arbítrio e responsabilidade social, provocando uma excessiva “cientifização” do trabalho nos tribunais.

Cientista prevê uso de scanner cerebral como prova


A edição americana da revista Scientific American de abril de 2011 traz um importante artigo assinado pelo renomado neurocientista Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia, sobre o uso de scanners cerebrais como provas e evidências em julgamentos.
Gazzaniga é uma das maiores autoridades mundiais em neurociência aplicada ao estudo da cognição. De acordo com o texto publicado na edição mais recente da Scientific American, raríssimos tribunais, nos EUA, recorrem a scanners do cérebro humano como evidência legal e prova científica durante julgamentos. Contudo, o especialista avalia que é uma questão de tempo até que as cortes estejam prontas para lidar com a nova realidade.
De acordo com Gazzaniga, os avanços na neurociência irão produzir métodos capazes de fornecer perfis acurados do estado mental de réus e da credibilidade de testemunhas. Conforme avança o entendimento sobre as causas neurológicas de comportamentos tidos como antissociais, ilegais e violentos, será inevitável que a Justiça se volte para a ciência, especula Gazzaniga.
Contudo, o próprio autor do artigo alerta que o poder judiciário deve proceder com cautela ao adotar técnicas de avaliação vindas da ciência. Outra área que em breve deve enfrentar severas reformulações por conta de avanços científicos é o campo penal, mais especificamente como encaramos o regime de punição e tratamos criminosos depois de prendê-los.
No artigo, o cientista reconhece a resistência da Justiça americana em usar imagens do cérebro obtidas por ressonância magnética como evidência. Até o momento, esse tipo de material é considerado pouco útil em tribunais, uma vez que oferecem informações cuja complexidade é de pouco ou nenhum valor probatório frente ao júri ou a um juiz.
A idéia de que imagens do cérebro e de que a opinião de especialistas podem fornecer provas insuspeitas sobre sanidade, atestar se o réu esconde algo ou a testemunha é confiável ainda é vista com desconfiança pela "inteligentsia" jurídica americana, avalia o autor do artigo.
O professor da Universidade da Califórnia ainda questiona se avanços na área da neurologia e psicologia logo “irão erodir” noções fundamentais para o Direito e a Justiça como os conceitos de livre-arbítrio e responsabilidade social, provocando uma excessiva “cientifização” do trabalho nos tribunais.

sábado, 12 de março de 2011

Chinesa JAC Motors enfim estreia no Brasil



Carsale – Das montadoras chinesas já em atividade no Brasil, a JAC Motors é a mais aguardada desde a sua aparição, no Salão do Automóvel de São Paulo, no finzinho de outubro do ano passado. Essa expectativa veio da promessa de oferecer carros com o excepcional custo/benefício chinês, porém com qualidade de montagem compatível com a dos modelos nacionais – e até superior a dos compactos de entrada. Pois bem, finalmente a JAC vai começar a vender seus carros no Brasil. E ensaia uma estreia de gala: no dia 18 de março, data escolhida por causa do número, que na China representa “vida longa”, a JAC abrirá simultaneamente suas mais de 50 lojas no País.

Trata-se de uma operação bilionária, arquitetada pelo grupo SHC, do empresário brasileiro Sergio Habib, que comandou as operações nacionais da francesa Citroën por muitos anos. Para trazer a JAC Motors ao Brasil, a companhia de Habib e a montadora desembolsaram um montante de R$ 380 milhões, sem contar os gastos para abrir as lojas (R$ 210 milhões) e os que serão destinados à publicidade (R$ 145 milhões). Habib sabe da importância de estar na grande mídia e escolheu como garoto-propaganda o apresentador dominical Fausto Silva, da Tevê Globo. Em poucos dias, o líder do Domingão do Faustão estampará as peças publicitárias da JAC.

A mega operação para inserir a JAC Motors no Brasil terá apenas dois modelos nos primeiros meses. O hatch J3 (R$ 37.900) e a variante sedã J3 Turin (R$ 39.900) já estarão disponíveis para compra no chamado “Dia J” (18 de março), quando as revendas da marca chinesa abrirão suas portas. Em junho, estreia a minivan J6, que brigará com Nissan Grand Livina e as veteranas Chevrolet Zafira e Citroën Xsara Picasso. E em setembro, será a vez do sedã médio J5, que ficará posicionado pouco acima do J3 Turin – J5 e J6 ainda não têm preços definidos. Com esses quatro modelos, a JAC Motors almeja um volume de 35 mil carros vendidos até dezembro.

Essa meta mais que ousada tem como pilares a famosa relação custo/benefício, aliada à enorme rede de concessionários e a uma inédita garantia de fábrica de seis anos – as sulcoreanas Kia e Hyundai eram as referências até agora, com cinco anos de cobertura. E para reforçar a excelência dos modelos, Sergio Habib também promete o menor custo de manutenção do mercado brasileiro, com cesta básica de peças a preços mais acessíveis, revisões a preços fixos (também menores) e um estoque completo – o galpão, localizado em Barueri, interior de São Paulo, recebeu 16 containers de componentes trazidos do País oriental.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Apple espera vender 600 mil iPad 2 no lançamento

O iPad 2, que chegou esta sexta-feira ao mercado norte-americano, deverá bater o recorde da primeira versão do tablet: a Apple pode vender 600 mil unidades na estreia, escreve a Bloomberg.


A agência cita estimativas de vários analistas, que apontam para mais de meio milhão de unidades. A primeira versão do iPad vendeu 300 mil no lançamento.

Calcula-se que o iPad 2 chegará a um milhão de unidades vendidas em menos de 28 dias, segundo a Reuters e a EFE. O iPad é o produto tecnológico com melhores números de vendas (em termos de receitas), tendo ultrapassado os dois mil milhões de dólares em menos de três meses, uma marca que o iPhone levou mais de um ano e meio a atingir.

Ainda que a quota de mercado do iPad nos tablets tenha escorregado dos 93 para 73% no quarto trimestre de 2010, segundo a International Data Corporation (IDC), as vendas duplicaram para 10,1 milhões de unidades no mesmo período.

Para os mais afoitos, o novo modelo ficou disponível no site da empresa às 4 da manhã (hora de Nova Iorque), e chegou depois às 5 horas às lojas do país. Desta vez, as filas habituais à porta das lojas antes da estreia, foram contidas pelo aumento dos pontos de venda do aparelho: desta vez são 236 lojas da Apple (mais 15), além de Best Buy e Wal-Mart.

As vantagens do novo iPad 2

Os analistas sublinham ainda a vantagem que a Apple leva sobre os rivais, que ainda agora começam a lançar as primeiras versões dos respectivos tablets.

O novo modelo chega ao mercado a um preço semelhante ao da primeira versão: a partir de 499 dólares pelo modelo mais simples, com 16 GB e Wi-fi, podendo chegar até 829 dólares na versão com 64 GB, Wi-fi e conexão de dados 3G.

A crítica aplaude o novo aparelho, mais fino e mais leve que a primeira versão, com duas câmaras e novas funcionalidades. De tal maneira que a «Forbes» diz mesmo que só existe uma razão para os compradores do iPad 2 se arrependerem de dar 499 dólares pelo aparelho: não terem aplicado esse dinheiro em acções da Apple.

Uma piada que leva em conta a fortíssima valorização das acções da empresa nos últimos anos. A revista cita cálculos de Kyle Conroy, que construiu um gráfico mostrando quanto é que o investimento poderia render se, em vez de comprar os aparelhos mais emblemáticos da Apple ao longo dos últimos 15 anos, uma pessoa tivesse aplicado o dinheiro equivalente em acções da tecnológica.

Por exemplo, em vez de comprar o PowerBook G3 250, em 1997, poderia aplicar os 5.700 dólares em acções. O investimento valeria agora 330.563 dólares. Já quem desviasse os 3.999 dólares cobrados pelo Xserve G5, em 2005, para a compra de títulos da empresa de Steve Jobs, teria agora 33.877 dólares.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Jogo sexual para Wii e Play Station

O mais recente videogame para Wii está a dar que falar. Depois dos jogos mais infantis e incocentes da consola da Nintendo, o We Dare é um jogo de contacto físico, cujas manobras têm um teor sensual, provocador e sexual.
Chega a 11 de Março ao mercado e joga-se ao som de músicas famosas como Sex Bomb ou Time of my Life, que criam o ambiente necessário a alguns dos 40 mini-jogos disponíveis, como é exemplo o strip-tease, podendo os jogadores acabar com metade da roupa com que começaram a jogar.
Entre palmadas no traseiro, lambidelas a dois e momentos de striptease, há um pouco de tudo para todos os gostos

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Imagem do HIV em 3D vence concurso de desenhos científicos


Esquema mostra como vírus da Aids ataca células do nosso sistema de defesa
Uma bela imagem de um vírus mortal ficou em primeiro lugar no International Science and Engineering Visualization Challenge, um concurso que premia fotos científicas que “divulguem a ciência de um modo novo e estimulante”. A equipe do russo Ivan Konstantinov criou o modelo do vírus HIV mais detalhado em 3D, com base em mais de cem estudos.
O esquema mostra o HIV (em laranja) atacando e “invadindo” uma célula do sistema imunológico (em cinza). O modelo também retrata como o HIV se integra à célula e a transforma em uma “fábrica” do vírus. A imagem retrata 17 tipos diferentes de proteínas que aparecem no vírus e também na célula.
Corinne Sandone, um dos julgadores do prêmio, diz que o esquema é simples e, ao mesmo tempo, claro.
– O ponto [o mecanismo de ação do vírus] é esclarecido de forma muito mais clara do que um outro que usasse dez cores diferentes.
A ideia de Konstantinov é usar o desenho em escolas, e para popularizar a pesquisa científica.
fonte: g1.com