domingo, 22 de maio de 2011

Guerra de travesseiros mobiliza mais de 20 cidades brasileiras


Sábado (2) é dia de levar o melhor amigo do homem (preguiçoso) para a rua. Isso porque mais de 20 cidades brasileiras vão participar, ao mesmo tempo, de um dos flashmobs (mobilizações relâmpago) mais famosos do mundo, o Dia Mundial da Guerra de Travesseiros.

Em São Paulo a concentração começa às 17h, no Obelisco em frente ao parque Ibirapuera, na zona sul da capital. Para participar, basta levar seu travesseiro --de preferência um que se desintegre mais facilmente e que não quebre o pescoço do amigo de guerra-- e bom senso. Por bom senso entende-se saco de lixo, luvas e outros materiais que ajudem na limpeza do local após a batalha.

Organizado pela galera do Mob Brasil, a mesma do "No Pants Subway Ride" (gente sem calça no metrô), o flashmob tem quase dois mil participantes confirmados no Facebook.

Entre as outras cidades participantes estão Porto Alegre, Salvador e Belo Horizonte. Para mais informações, acesse o site oficial do evento: mobrasilnews.com/pillowfight. Veja também outros países envolvidos na mobilização: www.pillowfightday.com.

Estudante que passou em 09 vestibulares para Medicina dá dicas!

Olá Galera!!!!
Recebi um e-mail muito interessante e não poderia de bloggar.


Pensa em alguém que passa num vestibular pra Medicina...
Pô o cara é um gênio, ou no mínimo uma pessoas super bem-informada.


Agora imagina passar em 9


Para Tudo!!!!!!!
É isso mesmo, existe um ser aqui na face da terra que conseguiu passar em 09 vestibulares pra Medicina...




Quem conseguiu tal façanha foi?


Marcela Santos, de 16 anos passou nas seguintes e gabaritadas faculdades
Unicamp, Unesp, Unifesp, UFRJ, UFCG, Puccamp, Puc-PR, Unimes e na molezinha
USP..





Ainda nossa gênia dá algumas dicas, acesse e confira!!!




http://www.maniakids.com.br/blog/estudante-que-passou-em-9-vestibulares-de-medicina-da-dicas/ 

sábado, 21 de maio de 2011

PM prende seis pessoas em Marcha da Maconha em SP

Proibida pela Justiça, a Marcha da Maconha realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, acabou em confronto entre manifestantes e a Polícia Militar. 

Cerca de seis pessoas foram detidas durante a manifestação. Os presos foram encaminhados para a 78º DP, nos Jardins, onde assinaram termo circunstanciado por desobediência, e foram liberados. 

De acordo com os organizadores, o protesto era um ato em favor da liberdade de expressão. Imagens e palavras que faziam referência à erva foram tapados pelos manifestantes. Contudo, a PM proibiu o ato. Balas de borrachas e gás lacrimogênio foram usados para dispersar a marcha. A PM não confirmou o uso de balas de borracha para dispersar a manifestação, e informou que ninguém ficou ferido durante o ato. 

A polícia chegou a evitar um confronto, em frente ao Masp, entre os participantes da Marcha da Maconha, e um grupo contra à legalização da droga.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Maiores Peixes do Mundo

Veja é seleção de vídeos com os maiores peixes do mundo: isso parece história de pescador!!!!!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Um minuto antes de apanhar!

tecnologia, celular, brincadeira, perfume, beleza, ação, presente, imóveis, dinheiro


Atenção galera!
Recebi de um amigo essas fotos por e-mail, muito interessantes...












terça-feira, 17 de maio de 2011

Google aposta na música com novo serviço de Internet


Nova aposta da tecnológica, o Music Beta, permite ouvir e armazenar música ‘online’ e ouvi-la através da plataforma Android.
Já imaginou ter ao alcance de um clique e em qualquer dispositivo todas as músicas que quiser? É esta a proposta da Google, que lançou esta semana um novo serviço de armazenamento de música ‘online'. Com o Music Beta as músicas são armazenadas num servidor da Microsoft, que depois podem ser ouvidas num ‘tablet' ou ‘smartphone' com sistema operativo Android.
A vantagem é que a biblioteca musical do utilizador não está restrita a um só aparelho. A Google criou uma aplicação que permite descarregar os ficheiros que o utilizador já tenha para o servidor, com a gestão da biblioteca e da ‘playlist' a ser feita directamente na Internet.
Além da loja de música a gigante tecnológica anunciou ainda um serviço semelhante mas para filmes. Estes são descarregados no computador através da Internet (ou para o ‘tablet' Xoom, da Motorola - a Google prometeu o serviço noutros dispositivos muito em breve). Os preços mais baixos para ‘download' de filmes rondam os 1,5 euros (1,99 dólares).
Apesar da aposta da Google neste serviço de música - para já, apenas disponível nos Estados Unidos e em versão de testes -, a experiência recente da Amazon mostra que o lançamento poderá não ter o sucesso esperado. A Amazon anunciou um serviço semelhante há cerca alguns meses, o ‘Cloud Player'. Contudo, as editoras discográficas mostraram-se desagradadas, já que não foram renegociadas as licenças e os direitos sobre as músicas.
Aliás, Jamie Rosenberg, o responsável pelo conteúdo musical do Android disse mesmo, citado pelo "New York Times", que "algumas das grandes editoras discográficas não colaboraram muito" e "solicitaram uma lista de termos de negócio que eram insensatas e que não permitiria construir um produto sustentável". Ou seja, a Google não vai "depender de alianças que se provaram frágeis", concluiu o responsável.
O novo serviço da Google não se assume como um concorrente directo do iTunes da Apple, já que nesta os ficheiros têm de ser descarregados directamente para o computador. E a principal diferença relativamente à Amazon é que esta já tem uma loja de música online e as faixas que são compradas ficam automaticamente armazenadas na ‘cloud' da empresa. Ou seja, os utilizadores não terão de descarregar a música comprada para o servidor, ao contrário do que acontece com o Music Beta. E, mesmo com ligação em banda larga, o processo pode ser demorado, segundo avançam os ‘sites' de tecnologia.

domingo, 15 de maio de 2011

Último refúgio dos neandertais teria sido na Rússia

Conjunto de ferramentas de 33.000 anos reacende debate sobre data da extinção do parente mais próximo do homem moderno


Há décadas pesquisadores se perguntam por quanto tempo os Neandertais, os parentes mais próximos do homem moderno, coexistiram com ele antes de sumirem da face da Terra há cerca de 40.000 anos. 

Um artigo publicado no periódico científico Science nesta quinta-feira /12) reacende o debate de quando realmente a extinção ocorreu e por que.

Um grupo liderado por Ludovic Slimak, do Centro Nacional para Pesquisa Científica em Toulouse, na França, descobriu um conjunto de ferramentas nas Montanhas Urais, no extremo norte da Rússia com cerca de 33.000 anos feitas no estilo usado por hominídeos mais primitivos que o Homo sapiens, como os Neandertais. “A descoberta foi muito surpreendente. O sítio arqueológico de Byzovaya revela traços claros da cultura Mousteriana [associadas aos Neandertais] 7.000 a 8.000 anos após ela ter desaparecido do resto do planeta. Além disso, o sítio está perto do Ártico bem mais ao norte do que qualquer outra cultura Mousteriana já encontrada, cruzando os limites geográficos conhecidos em mais de 1.000 quilômetros”, afirmou Slimak ao iG. E completou: “Essas descobertas desafiam o que acreditávamos sobre esta cultura e tem um impacto direto e profundo no nosso entendimento sobre a extinção de suas sociedades.”

O sítio arqueológico de Byzovaya não contém ossos, apenas ferramentas, o que coloca duas hipóteses na mesa: a primeira de que os Neandertais duraram mais do que o anteriormente imaginado e a segunda de que o Homo sapiens preservou as tecnologias mais antigas muito tempo depois que novas ferramentas já haviam surgido. “A descoberta é tão surpreendente que é melhor manter a mente aberta para qualquer uma delas”, afirmou Slimak.

Um ponto, no entanto, é certo. “Esta é mais uma descoberta interessante que mostra o mosaico de processos envolvidos na dispersão humana no Pleistoceno [entre 1,8 milhão e 11 mil anos atrás]. Por tempo demais tivemos um modelo simplista da substituição humana e de uma transição linear no Paleolítico Médio e Superior [entre 300 mil e 10 mil anos atrás].”, explicou ao iG Clive Finlaynson, biólogo e líder das escavações de Neandertais no território de Gibraltar, no extremo sul da Península Ibérica, e que não esteve envolvido com o estudo da Science. 
A falta de ossos de hominídeos faz com que qualquer conclusão definitiva não seja aceita pelos especialistas, mas Finlaynson tem um ponto de vista bastante objetivo. “Estou confiante de que estes [objetos] mousterianos (na falta de fortes evidências em contrário) não foram feitos por humanos modernos. Isto deixa os neandertais, denisovanos, ou outros personagens desconhecidos como seus fazedores.”, afirmou ele.

Para complicar ainda mais o cenário no início desta semana o periódico científico PNAS publicou um outro estudo que afirma que os Neandertais foram extintos quase instantaneamente ao entrarem em contato com os humanos no Leste Europeu há 44 mil anos. Os pesquisadores não sabem explicar o motivo, mas uma das hipóteses é que humanos modernos eram intelectualmente e tecnologicamente superiores aos Neandertais. 

Colonizar, porém, um local como o extremo norte da Rússia, como descrito no artigo da Science, não é uma tarefa simples. Ela exige uma organização social e habilidades técnicas que permitam sobreviver em um dos ambientes mais inóspitos do planeta. “A descoberta claramente desafia as teorias relacionadas aos neandertais, de que eles se extinguiram devido à inferioridade tecnológica ou inabilidade de lidar com questões ambientais ou climáticas”, afirmou Slimak.

E se alguém achar ainda que a história da evolução dos hominídeos não está tão complicada assim,em 2010 foi descoberto na caverna de Denisova, na Sibéria, um osso (a ponta de um dedo) e um dente quebrado de um homem diferente. Batizado de denisovano pelos pesquisadores, ele viveu há 40 mil anos e evoluiu de forma independente dos humanos modernos durante milhares de anos antes de sumir da face da Terra. Antes disso, no entanto, cruzou com o homem moderno e 5% do DNA dos habitantes da Papua Nova-Guiné é denisovano. “O cenário existente naquela época era muito complexo. O mundo do Pleistoceno não era feito apenas de neandertais e humanos”, afirmou Finlaynson. 

Em 2010, também foi decifrado o genoma do Neandertal e constatou-se que ele e os humanos modernos tiveram descendentes. Consequentemente parte da população do planeta, neste caso europeus e asiáticos, carregam até 4% de DNA do primo humano mais próximos em seus corpos. 

O quebra-cabeças está longe de ser resolvido.